Passeio de S. Pedro


Passeio automóveis antigos e desportivos

Após alteração anunciada, dezena e meia de amigos cumpriram na íntegra o proposto para este dia de S.Pedro, passado pela região do Douro. Sentir o Douro, quer dos miradouros de S. Leonardo de Galafura, quer do de Santo António em Loureiro, não pode descrever-se.

“O Doiro sublimado… Não é um panorama que os olhos contemplam: É um excesso de Natureza.”… Miguel Torga diz tudo. Isto e muito mais se pode contemplar também no miradouro de S. Leonardo.

Com os socalcos das vinhas verdejantes a ladearem-nos, chegamos à Quinta Seara d’Ordens para visita e degustação dos seus produtos. Que dizer, quando profissionalismo é palavra de ordem? Que gostamos e quando nos apetecer voltar o faremos com todo o prazer.

Chegados à cidade de Peso da Régua, para visita guiada, seguiu-se o Museu do Douro. Recordar a história deste nosso Douro e apreciar toda a actual exposição, foram momentos que não esqueceremos tão cedo. (Quanto lamento que com estas novas denominações o Trás-os-Montes e Alto Douro, da minha 4ª Classe haja desaparecido, e que ninguém tivesse pensado no mal que se ía fazer aos transmontanos. Mas que pelo menos o Douro continue com toda esta pujança com que nos surpreende dia dia.)

A caminho de Tabuadelo, na freguesia de Fontes, do vizinho concelho de Santa Marta de Penaguião, a subida por Fontelas até Loureiro, deixa sem palavras quem quer que seja. Há que lá ir, há que sentir, cheirar, enfim, não se descreve, visita-se.
Já com algum, para não dizer muito, apetite, estávamos na casa da Dª Herminia. Do grupo apenas um sabia, conhecedor e visitante habitual, o que nos esperava.

Para quem nasceu e viveu por estas paragens, o caso deste vosso escriba, o ver chegar o alguidar de barro preto, com o Arroz do Forno, com aquele habitual queimado no cima (hoje em dia algum cérebro da culinária, lha chamará “crocante”), e a travessa do Cabrito assado no Forno, mais as respectivas batatas, não mais duvidou que estava no sitio certo para comer um dos mais tipicos pratos da cozinha de Trás-os- Montes e Alto douro, e que a deslocação até Tabuadelo tinha merecido a pena.

Também isto há que provar. Ir lá e degustar, sentir o prazer da paixão e carinho postos na confecção deste almoço. As entradas, a Sopa do Pote, o Leite Creme, queimado à moda antiga, não há maçarico, a fruta acabada de colher, lavada e trazida para a mesa, mais a simpatia da Dª Hermínia e filho, foram tal como ansiávamos, também um momento de alto expoente, neste dia de S. Pedro. A repetir, quem sabe, agora com o cozido no tempo dele,com as batatas cozidas a serem substituídas por castanhas e para comermos as tão badaladas ontem, Falachas, (Bolo de farinha de castanhas piladas) mais o Doce da Teixeira frito com Salpicão da Caluga e entremeada de porco.

Estava a chegar a hora de regresso às origens de um dia que nos propusemos passar calma e serenamente, entre as vinhas do Douro, e acima de tudo entre amigos e familiares, a quem muitos motivos une, e os automóveis Antigos ou Desportivos, também.

Gratos a todos que participaram e a todos que permitem a realização de eventos como este e ajudam na sua divulgação.
Em breve vamos voltar.

Texto: RSEventos / Fotos: Luis Rocha

 

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