Novo TGS MAN Portugal Treina em Marrocos

Novo TGS MAN Portugal Treina em Marrocos Primeiro treino com o novo camião; Elisabete Jacinto e novo MAN TGS já fizeram centenas de quilómetros nas pistas marroquinas.
Muito trabalho e bastante progresso num teste importantíssimo

Desde o passado dia 12, o MAN TGS com que Elisabete Jacinto irá disputar as próximas competições internacionais de todo o terreno, já rola em Marrocos, na zona do Erg Chebi, palco tradicional de treinos do Team Oleoban/MAN Portugal. 

A piloto e a sua equipa irão por aí permanecer até aos primeiros dias da próxima semana, somando centenas de quilómetros e trabalhando arduamente no desenvolvimento do novo camião.

 

Novo TGS MAN Portugal Treina em Marrocos

“Os primeiros dias em Marrocos foram dedicados a alguns acabamentos ao nível da mecânica e a afinar os amortecedores que tiveram que ser abertos mais do que uma vez. Contudo, mais difícil do que a afinação da suspensão foi a “afinação” da minha posição de condução, que é sempre um dos pontos difíceis num camião. Tivemos que construir uma nova alavanca de mudanças e, apesar dos progressos, continuei a fazer pequenas alterações cada vez que saía para a pista para testar os amortecedores. 

Novo TGS MAN Portugal Treina em Marrocos

Ainda não estou a 100%” explica Elisabete Jacinto que descreve assim as primeiras sensações de condução: “Quando fiz os primeiros quilómetros o camião parecia deslizar suavemente sobre a pista, eu diria que parecia flutuar pois, ao olhar para o conta quilómetros, percebia que o ponteiro apontava já os 120 km/h. Passava mudanças por uma questão de habito, ou seja, porque habitualmente naquelas situações passava mudanças, mas não por serem imprescindíveis ao andamento do camião. O motor parecia não ter limite, mesmo que esquecesse de pôr a oitava. Também não parecia muito perturbado se eu deixasse cair demasiado a rotação! Recuperava com toda a facilidade. 

Novo TGS MAN Portugal Treina em Marrocos

Não havia barulho de motor, não se ouvia o funcionamento do turbo, apenas o roçar suave do vendo pela cabine. A traseira seguia direitinha atrás da frente e não havia derrapagens indesejadas! Sempre que era preciso uma travagem mais forte, uma ligeira pressão no pedal era suficiente. Ou seja o pedal de travão nunca precisa de ir para o fundo, o que me fez cansar um determinado músculo da perna. Aliás, a minha musculatura começou a sentir as novas exigências deste veiculo”. 

Pedro Barreiros


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